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Minha primeira (e única) experiência com Patinete Elétrico

Andando de Patinete Elétrico Grin em São Paulo

Se você tem dinheiro pra esbanjar (coisa que eu não tenho), divirta-se com o patine elétrico. A situação, bem mal registrada no vídeo abaixo, foi quase inesperada, do ponto de vista financeiro, e surpreendente aos olhos de quem quer se divertir.

A situação começa com a dificuldade em encontrar um patinete com bateria suficiente pra iniciar a corrida. Quando visitamos São Paulo, há alguns meses atrás, existia uma promoção para degustar o patinete por 10 minutos, através do aplicativo Rappi. Não deu certo. Não encontramos nenhum patinete disponível com bateria suficiente para realizar uma viagem.

Agora, em julho de 2019, voltamos a procurar dois patinetes com energia suficiente para o passeio acontecer, porém, dessa vez sem contar com a promoção do Rappi. Mas, estávamos dispostos por isso, pois contávamos com alguns Rappi Créditos que temos em nossa conta.

Inclusive, vou fazer um merchan nesse texto aqui. Se você nunca usou o Rappi, você pode utilizar o código AVIDAMEDICINA e garantir R$300,00 em frete.

Voltando à situação, nosso plano era utilizar o Rappi Crédito pra pagar o deslocamento de patinete.

Se você aprender uma única coisa com esse texto, que seja essa: Rappi Créditos não pagam passeio em patinete elétrico.

O passeio custa R$3,00 pela liberaçao do patinete + R$0,50 por minuto de utilização. E aqui, chamo atenção para dois pontos: você perde a noção de tempo, pois a diversão é imensa. E, por mais que pareça barato, não é. Na hora em que você está patinando, se passar pela cabeça algum questionamento financeiro, você acaba se convencendo que são só “cinquenta centavos por minuto”.

Em 25 minutos de passeio, percorremos a distância de 3.22km (velocidade média: 12km/h – no meu Strava é possível ver que a velocidade média que eu percorro, normalmente está nessa faixa, porém, com meu esforço, sem ajuda da força elétrica), pela bagatela de R$15,50 (esse valor de apenas um patinete). O primeiro patinete, utilizado pela minha esposa, que acreditávamos que seria pago pelos Rappi Créditos, ficou um pouco mais caro, pois não encontramos dois patinetes com energia juntos. A conta dela ficou aproximadamente R$24,00. Façam as contas: R$39,50 para percorrer a distância de pouco mais de 3km. Esse valor seria suficiente para uma corrida de 16km, de acordo com a calculadora do Uber (pode ser visto aqui), para até 04 passageiros. Ou seja, uma valor médio de R$10,00 por pessoa.

Valeu a experiência? Apenas pela curiosidade, mas, está longe de ser uma opção viável de deslocamento diária. Talvez em dias com trânsito mais intenso, seja uma opção menos ruim – afinal de contas, o valor do Uber será mais alto. Mas, é inegável que o valor é alto. Vale a pena investir numa bike própria, mesmo que não tenha condições de comprar a vista – mas, não tenho dúvida que ao usar a bicicleta como meio de transporte, o valor economizado em metrô, ônibus, carro, gasolina, estacionamento e tantas outras variáveis, rapidamente você recupera o valor investido na bike.

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